Bom dia, leitores,
Decidimos, hoje, ampliar o debate acerca do que mais nos deve interessar: Emprego.
Ontem, iniciamos uma questão a qual este governo tem dado atenção: Educação. É a partir dela que nasce a nossa real discussão sobre trabalho pois é do conhecimento que nasce o verdadeiro trabalho.
Um pescador não sai ao mar se ele não tiver o conhecimento de como pegar o peixe.
Um açougueiro não pode trabalhar se ele não conhece os cortes do boi
Um hortifrutigranjeiro (aquele que trabalha com hortas, frutas, legumes e ovos) certamente não trabalharia em uma venda se não conhece e sabe da qualidade dos produtos que vende.
Mesmo alguém que faça da lida doméstica o seu sustento precisa saber o que faz para prover sua família. Afinal, precisa saber como limpar a casa, o que fazer exatamente a cada momento e como dar mais fluidez para o seu trabalho
O que permeia nossa vida no trabalho é exatamente o conhecimento.
Mas quem sabe mais é quem ganha mais. Quem lida com o lado artístico e matemático do trabalho.
Claro que saber de medicina e direito é o que dá dinheiro. Mas medicina também lida com matemática. Porque é uma ciência precisa!
Direito é uma ciência artística, lida com a interpretação de leis. E advogar é um termo em latim que significa "Dar voz a" - Ad Vocatio.
Estudar História é importante, pois nos ensina sobre o passado. E povo que conhece o seu passado não repete os erros de lá! Pode cometer novos, nunca repeti-los!
Geografia é a ciência da terra, conhecer as regiões onde nos encontramos. Português para saber nos comunicar com clareza.
Filosofia e sociologia para entendermos o conhecimento e o homem diante dos desafios que lhe são impostos todos os dias, buscando compreender seu comportamento.
Sem isso, será que seríamos melhores que robôs manipulados pelo conhecimento de quem estudou muito?
Um pescador não melhoraria seu rendimento com aparelhos eletrônicos que algum brilhante cientista desenvolvesse? Um açougueiro não melhoraria seu produto se soubesse melhor como apresentar diferentes formas de aproveitar seu produto, novos cortes da carne?
Será que mesmo o mais simples homem não poderia, com o conhecimento necessário, capaz de criar uma coisa que revolucione nossa vida?
Quem será capaz de responder isso? Quem terá coragem de estudar mais - e saber mais e fazer melhor e ganhar ainda mais?
Precisamos fazer desta discussão o nosso objetivo. Quem, afinal, não quer trabalhar? Mas, sabendo mais, não ficaria mais feliz em igualmente ganhar mais?
De que lado vamos ficar? Da educação e do emprego? Ou do atraso e o desemprego?
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